segunda-feira, 9 de maio de 2016

Continuidade do impeachment é destaque na imprensa internacional Renan Calheiros decidiu manter o processo no Senado. Presidente interino da Câmara tinha decidido por anulação.

09/05/2016 22h04 - Atualizado em 09/05/2016 22h20

Continuidade do impeachment é destaque na imprensa internacional
Renan Calheiros decidiu manter o processo no Senado. 
Presidente interino da Câmara tinha decidido por anulação.
Do G1, em São Paulo
A decisão do presidente do Senado Renan Calheiros (PMDB-AL) de manter o processo de impeachment contra a presidente Dilma Rousseff no Senado, apesar de o presidente interino da Câmara, deputado Waldir Maranhão (PP-MA), de anular a votação do impeachment do dia 17 de abril, foi destaque na imprensa internacional no final da tarde desta segunda-feira (9).

Os veículos internacionais destacaram desde mais cedo a movimentação no Congresso, quando saiu a decisão de Maranhão pela anulação da votação.

O jornal argentino "El Clarín" deu destaque à fala de Calheiros de que a anulação "é uma decisão intempestiva" e que não pode ser aceita.
Página principal do jornal argentino El Clarín noticia decisão do presidente do Senado e a do presidente interino da Câmara sobre o processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff (Foto: Reprodução/ El Clarína)Página principal do jornal argentino 'El Clarín' noticia decisão do presidente do Senado e a do presidente interino da Câmara sobre o processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff (Foto: Reprodução/ El Clarína)
O espanhol "El País" chamou as decisões desta segunda de "guerra institucional", que deixa o processo de impeachment de Dilma "no ar". O diário afirma que, diante da "luta" entre os dois líderes, muitos esperam que o STF resolva o destino do país, mas que "ninguém sabe ao certo o que vai acontecer".
Página inicial do El País destaca guerra institucional no Brasil (Foto: Reprodução/ El País)Página inicial do 'El País' destaca 'guerra institucional' no Brasil (Foto: Reprodução/ El País)
"Volta à estaca zero?". Assim começa o texto publicado no "Le Figaro", da França, que classificou os acontecimentos de hoje como uma "confusão".

Nenhum comentário:

Postar um comentário